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14/12/2018 - 11h00m

Governo do Estado inicia coleta de material genético nos presídios

Amostras farão parte de um banco de dados administrado pela Polícia Federal e contribuirão para a elucidação de crimes; Seris e Perícia Oficial coordenam a ação

Governo do Estado inicia coleta de material genético nos presídios

Material genético será utilizado para elucidar crimes em Alagoas. Fotos: Allan Dias

Texto de Maysa Cavalcante

 

A Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) e a Perícia Oficial de Alagoas iniciaram na quinta-feira (13) a coleta de material genético dos reeducandos do Presídio do Agreste, com 204 internos. A ação terá sequência nos próximos dias e busca recolher amostras que farão parte de um banco de dados administrado pela Polícia Federal, contribuindo para a elucidação de crimes em Alagoas.

 

A iniciativa do Governo do Estado atende uma determinação do Governo Federal. Os internos do Núcleo Ressocializador serão os próximos a participar do procedimento, no dia 18 de dezembro. “Alagoas é um dos primeiros estados do país a fazer esse tipo de coleta, que favorece a elucidação de crimes. O perfil genético dos reeducandos de todas as unidades prisionais será cadastrado”, afirmou a gerente de Saúde da Seris, tenente Jackeline da Silva.

POAL SERIS - coleta DNA condenados

“Por lei, todos os custodiados condenados por crimes hediondos ou com grave violência contra a pessoa devem fornecer amostras biológicas. Aqueles que se recusarem responderão um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) realizado pela Seris. No caso de recusa, a Polícia Judiciária também será informada para tomar as providências cabíveis”, afirmou a perita criminal e chefe do Laboratório de DNA Forense, Rosana Coutinho.

 

A profissional destacou ainda que as amostras são importantes para assegurar a aplicação correta das penas. “Além de ajudar na elucidação de crimes, o material genético serve para inocentar pessoas que foram acusadas injustamente”, concluiu a perita.

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